Provérbios 18.19-21
Um olhar animador dá
alegria ao coração, e as boas notícias revigoram os ossos (Pv.15.30).
Como tratamos os
nossos amigos? Você é um bom amigo para os outros?
Tive um professor que
gostava de contar a história de dois amigos conversando a respeito de uma caçada
que iriam fazer. Diziam o seguinte:
- O que você faria se
uma onça aparecesse? - Ora, dava um tiro nela.
- Mas se não tivesse
nenhuma arma? - Então eu usava meu facão.
- E se estivesse sem
facão? - Subiria na árvore mais próxima!
- E se não tivesse
nenhuma árvore? - Sairia correndo.
- E se você estivesse
paralisado? Então o outro retruca: - Mas você é meu amigo ou amigo da onça?”
Realmente parece que
muitas vezes temos a tendência de ser amigo da onça. Dificultamos os
relacionamentos. No lugar de uma palavra de incentivo temos sempre um empecilho
engatilhado como sugestão. É mais fácil fazer alguém desistir de uma tarefa do
que se dispor a ajudar. Mais fácil empurrar alguém montanha abaixo do que subir
a montanha ao seu lado enfrentando junto os perigos e o cansaço. Parece
mais fácil discordar do que pensar concordemente.
É preciso demonstrar
amor ao próximo. Podemos fazer isso dando um olhar animador, falando palavras
de incentivo. Devemos interceder por nossos amigos na hora da dificuldade e nos
aproximarmos mais quando alguém está em dificuldade. Não devemos fazer amizade interesseira.
Nossa intenção deve ser sempre ajudar e não apenas ganhar.
É necessário muito
cuidado para não exagerar na liberdade que temos com alguém que é nosso amigo.
Cuidado com nossas “brincadeiras” e palavras ofensivas. Podemos demorar muito tempo para conquistar
uma amizade e perdê-la em poucos minutos. Nossa língua pode causar discussões e
como consequência estragar a amizade.
Na vida temos um
grande amigo que é Deus. Ele é aquele que sempre estará conosco mesmo se todos
outros amigos nos abandonarem. Com Deus podemos aprender como ser um verdadeiro
amigo.
Cultivar a amizade é
uma atitude de quem deseja colher o amor.
